O diagnóstico de endométrio fino

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Quando iniciei minha caminhada em busca da tão sonhada maternidade imaginei mil possibilidades e todas estavam em torno da gravidez acontecer em no máximo cinco meses, de como seria a descoberta e de como contaria ao meu esposo.

No dia 26 de dezembro de 2016 tomei o último comprido e junto com ele tomei muita alegria, ansiedade positiva e expectativas.

Porém como sempre dizem, as coisas não são como planejamos. Passaram-se 8 meses até o último cumprido e cá estou eu, sem um resultado positivo e um diagnóstico de endométrio fino.

Já sei você vai me dizer, mas querida é normal um casal saudável demorar um ano até o tão sonhado positivo. Já sei disso também e também sei que ao menor sinal de que algo não vai bem devemos investigar.

Pois bem, lá pelos cinco meses de tentativas, em maio desse ano comecei a notar que não tinha sinais de ovulação e a partir desse período minha menstruação desregulou, durava de 24 a 36 dias cada ciclo e pouco sangue e por um período longo de 12 dias. Fora o descontrole hormonal, milhões de espinhas, cabelo caindo, stress e por ai vai.

Voltei na minha GO contei tudo isso e partimos para a ultrassom seriada para acompanhar a ovulação. Primeiro mês resultado péssimo, sem sinal de ovulação e endométrio com 4,6mm. Segundo mês repetimos para ter certeza do diagnostico já que de um ciclo para o outro podemos ter essas alterações e o resultado foi igual, sem ovulação e endométrio 5,6mm.

Minha GO me disse que se o resultado estivesse bom iríamos esperar o prazo de um ano, mas com esse resultado me encaminhou para um médico especialista em reprodução humana para tratar esse diagnóstico.  A médica me tranquilizou disse que o tratamento é simples e que os resultados são favoráveis, claro que se não forem outros tratamentos serão indicados. Mas sinceramente não quero pensar nessa possibilidade.

Enfim amigas tentantes, cá estou eu com esse diagnóstico e uma consulta marcada para o fim do mês com especialista em reprodução humana. Tenho pensado muito sobre tudo isso, já chorei, perguntei a Deus porquê, já me abati, mas prefiro seguir confiante.

Sei que Deus tem um propósito com essa situação e sei que está me preparando para ser uma boa mãe. Não quero pensar nas possibilidades negativas, quero pensar que entrarei em um tratamento que vai me curar e trazer meu filho (a).

O que deixo para vocês sobre isso é, ao menor sinal de que algo não está legal com você investigue, procure um médico que lhe dê segurança e lhe esclareça tudo.

Vou fazer outro post para explicar o que é o endométrio fino e sua ligação com a possibilidade de não engravidar.

 

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