O que é o endométrio fino ou atrófico

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Endométrio fino ou atrófico ou Síndrome de Asherman como o próprio nome diz é quando a parede do endométrio está muito fino. Um endométrio ideal para a implantação é de no mínimo 8mm.

Vamos compreender melhor com as informações abaixo extraída do site vidabemvivida.com :

É a degradação do endométrio (camada interna do útero que descama mensalmente, quando não ocorre a implantação do embrião), tornando as paredes uterinas com aderências fibrosas (sinéquias intrauterinas) e com cicatrizes que podem levar à infertilidade feminina. Normalmente, as aderências não são vasculares, o que tem grande importância para o tratamento. A maior dificuldade de engravidar das mulheres que sofrem dessa alteração é manter o bebê nas paredes uterinas feridas, com isso a taxa de abortamento é muito maior.

Causas

São diversas causas que podem causar a síndrome de Asherman, entre elas:

  • tratamento contra o câncer usando a radioterapia pélvica;
  • curetagens uterinas;
  • abortos espontâneos que deixaram parte da placenta no interior do útero;
  • dilatação uterina causada por abortos espontâneos;
  • dilatação uterina por causa dos partos;
  • após o parto a retirada de forma errada da placenta, deixando partes dela dentro do útero;
  • cirurgias para retirada de miomas uterinos;
  • doença inflamatória pélvica.

Sintomas

Os sintomas são diferenciados pelos níveis da síndrome de Asherman, que falaremos a seguir. Em muitos casos as mulheres têm:

  • escassez ou ausência de menstruação;
  • dores no período menstrual sem a presença de sangue;
  • abortamentos;
  • infertilidade.

Tratamentos

Os tratamentos para a síndrome de Asherman são, normalmente, intervenções cirúrgicas que retiram essas aderências e cicatrizes intrauterinas, por histeroscopia cirúrgica. Após a cirurgia, o tratamento adjuvante com estrogênio e repetição da histeroscopia diagnóstica em cerca de 4 a 8 semanas, diminui a chance de formação de novas aderências, melhorando o resultado.

Em casos mais avançados, muitas vezes essas conexões e cicatrizes podem voltar mesmo com o tratamento hormonal. Nesses casos, podemos utilizar um balão intrauterino temporário para que as paredes intrauterinas não se juntem novamente. Normalmente, isso acontece quando a síndrome de Asherman está no grau 4. Vale ressaltar que atualmente não utilizamos dispositivos intrauterinos (DIU) para evitar aderências após a cirurgia, já que não há evidência científica para isso.

Qualquer problema de saúde deve ser visto de forma responsável. Independente do que seja, procure sempre um médico para auxiliar os seus tratamentos. No caso da síndrome de Asherman que tem um tratamento mais delicado, a solução para que não haja mais problemas para engravidar é procurar sua clínica de reprodução humana e seguir as indicações profissionais. Se você já sofreu desse mal ou está com dificuldades para engravidar, deixe seu comentário no post contando sobre as suas dúvidas e experiência. Continuar lendo

O diagnóstico de endométrio fino

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Quando iniciei minha caminhada em busca da tão sonhada maternidade imaginei mil possibilidades e todas estavam em torno da gravidez acontecer em no máximo cinco meses, de como seria a descoberta e de como contaria ao meu esposo.

No dia 26 de dezembro de 2016 tomei o último comprido e junto com ele tomei muita alegria, ansiedade positiva e expectativas.

Porém como sempre dizem, as coisas não são como planejamos. Passaram-se 8 meses até o último cumprido e cá estou eu, sem um resultado positivo e um diagnóstico de endométrio fino.

Já sei você vai me dizer, mas querida é normal um casal saudável demorar um ano até o tão sonhado positivo. Já sei disso também e também sei que ao menor sinal de que algo não vai bem devemos investigar.

Pois bem, lá pelos cinco meses de tentativas, em maio desse ano comecei a notar que não tinha sinais de ovulação e a partir desse período minha menstruação desregulou, durava de 24 a 36 dias cada ciclo e pouco sangue e por um período longo de 12 dias. Fora o descontrole hormonal, milhões de espinhas, cabelo caindo, stress e por ai vai.

Voltei na minha GO contei tudo isso e partimos para a ultrassom seriada para acompanhar a ovulação. Primeiro mês resultado péssimo, sem sinal de ovulação e endométrio com 4,6mm. Segundo mês repetimos para ter certeza do diagnostico já que de um ciclo para o outro podemos ter essas alterações e o resultado foi igual, sem ovulação e endométrio 5,6mm.

Minha GO me disse que se o resultado estivesse bom iríamos esperar o prazo de um ano, mas com esse resultado me encaminhou para um médico especialista em reprodução humana para tratar esse diagnóstico.  A médica me tranquilizou disse que o tratamento é simples e que os resultados são favoráveis, claro que se não forem outros tratamentos serão indicados. Mas sinceramente não quero pensar nessa possibilidade.

Enfim amigas tentantes, cá estou eu com esse diagnóstico e uma consulta marcada para o fim do mês com especialista em reprodução humana. Tenho pensado muito sobre tudo isso, já chorei, perguntei a Deus porquê, já me abati, mas prefiro seguir confiante.

Sei que Deus tem um propósito com essa situação e sei que está me preparando para ser uma boa mãe. Não quero pensar nas possibilidades negativas, quero pensar que entrarei em um tratamento que vai me curar e trazer meu filho (a).

O que deixo para vocês sobre isso é, ao menor sinal de que algo não está legal com você investigue, procure um médico que lhe dê segurança e lhe esclareça tudo.

Vou fazer outro post para explicar o que é o endométrio fino e sua ligação com a possibilidade de não engravidar.

 

Cuide de si para então cuidar de um bebê!

Para cuidarmos de alguém é essencial cuidarmos de nós mesmos primeiro. Engravidar é um das mais lindas decisões da vida, e para chegar até lá precisamos estar bem com nós mesmos, tanto em saúde mental quanto física. Alguns pensam ser Balela esse papo, afinal tantas engravidam sem querer, sem se cuidar e ainda bebem e fumam. Que seja, mas nada mais garantido para o bem estar da mãe e do bebê que cuidar da própria saúde.
Logo após o casamento engrenei em uma vida saudável, voltei para academia e segui o plano alimentar passado pela nutricionista. Casei com uns quilinhos a mais e o marido também. Afinal eu morava sozinha e com a loucura do trabalho comia qualquer coisa devido ao cansaço. Depois de casada tudo mudou, com atividade fisica e seguindo o plano alimentar eliminei 5kg. Reduzi gordura e ganhei massa magra. O marido nessa brincadeira eliminou 12kg. Só seguindo a minha alimentação e olha sem ir a academia. Desde então tenho essa rotina.
E é essa rotina que pretendo levar na gravidez. Alimentação saudável e atividades físicas, claro sempre com orientação médica! 👫🚺🚼🍓🍉🍊🍎

Enfim o último comprimido…

E então chegou o dia do último comprimido!
Mais precisamente no dia 26/12/2016, uma segunda-feira.
Antes disso lá em novembro fui ao ginecologista para uma consulta e dizer dos planos de ser mãe. A médica me passou uma lista de exames e uma receita com ácido fólico. Voltei para casa e já marquei todos os exames, só não comecei com o ácido fólico, nessa hora bateu a dúvida, vai ou não. Fiz os exames e no dia 27/12 voltei a ginecologista para mostrar. Estava tudo ok e disse que ontem, no caso dia 26/12 tinha tomado o último remédio. Ela perguntou do ácido fólico e eu disse que não tinha tomado ainda por dúvida. Se ia mesmo iniciar as tentativas, meu marido riu e a médica deu um Esporro. Comecei no dia 27/12 mesmo a tomar o ácido, e a médica recomendou usar preservativos nos próximos 30 dias que é o prazo mínimo tomando o ácido fólico.
Enfim, apesar de ser um sonho desde sempre fiquei sim com o frio na barriga de iniciar as tentativas para ser mãe, principalmente quando surgia algum problema pessoal ou familiar. Mas dai com muita oração e compreendendo que não existe momento perfeito, estamos aquí. Meu marido a todo o tempo radiante e sonhando com o dia em que será pai!
Quanto ao anticoncepcional tomava há 9 anos. Nos últimos 3 usava o contínuo Elaine 28, pois sofria muito com cólicas e TPM. Agora é aguardar!
#tentante2017 #vidadetentante #maternidade #gravidez #sonhoemsermãe

Sobre nós “Aprender Materno”

lily

Olá pessoal, criei este blog para registrar todas minhas experiências até a tão sonhada maternidade. Tenho 28 anos, sou casada com um homem maravilhoso, meu esposo e amigo. Sou Pedagoga há alguns anos, atuando em tempo integral em escola de ensino regular, sou apaixonada pela minha profissão.
Sou também nas horas vagas e não vagas dona de casa rs!
Carrego comigo o sonho em ser mãe desde sempre. Quando nos casamos só confirmamos esse sonho e agora decidimos que seria a hora certa, espero que coincida com a vontade de Deus!
Escolhi o nome do blog Aprender Materno porque acredito ser um eterno aprendizado a maternidade e por isso desejo compartilhar e aprender muito por aqui, com as tentantes, gravidinhas e mamães! Aos poucos irei atualizando o perfil!

O que é Neuropsicopedagogia

A Neuropsicopedagogia é uma ciência transdisciplinar, fundamentada nos conhecimentos da Neurociências aplicada à educação, com interfaces da Pedagogia e Psicologia Cognitiva que tem como objeto formal de estudo a relação entre o funcionamento do sistema nervoso e a aprendizagem humana numa perspectiva de reintegração pessoal, social e educacional.

Fonte: http://www.sbnpp.com.br/o-que-e-neuropsicopedagogia

A neuropsicopedagogia é uma ciência que envolve conhecimentos de neurociências, psicologia e pedagogia. É uma área totalmente nova no mercado, porém muito promissora principalmente no âmbito educacional, afim de orientar e dar subsídios para os profissionais desta área nos problemas de aprendizagem escolar, cognição e demais distúrbios que afetam a aprendizagem da criança e do adolescente no período escolar.

Em neuropsicopedagogia aprende-se sobre o funcionamento do cérebro desde a vida intrauterina e como a aprendizagem acontece. A neurociência vem trazendo inúmeros ganhos para a educação através das concepções da formação da aprendizagem no cérebro.

E aí, você conhecia essa área profissional da Neuropsicopedagogia? Em breve abordaremos mais sobre o assunto!